Para Manuel Mota, os mapas do PIDDAC "cada vez dizem menos", até porque existem fatias significativas de apoio governamental que chegam aos concelhos através de outros programas. No caso de Barcelos, Mota apresentou como exemplo os 6,5 milhões de euros que vão ser distribuídos por 7 instituições concelhias através do programa PARES, ou as verbas que chegam através do QREN.
Ao contrário do que diz a oposição, o deputado considera que o concelho "foi acompanhado e beneficiado em termos de investimento público", já que as verbas transferidas para a Câmara aumentaram mais de 2,5 milhões de euros desde 2006.
Quanto a obras concretas, Mota congratulou-se com a inscrição de verba para o projecto do novo hospital, "um grande privilégio" e uma das "nossas grandes vitórias. Chegou mesmo a dizer que o PS foi durante muito tempo "a única voz dialogante com o governo nesta matéria".
A aposta na educação e as verbas destinadas à construção da cantina do IPCA, bem como a conclusão das obras do Centro de Emprego foram também realçadas.
Manuel Mota aproveitou a ocasião para fazer também o balanço da sua actividade, enquanto deputado na Assembleia da República. Lembrou que fizeram mais de 200 visitas a instituições do distrito a quem procuraram resolver as questões.